SOU MULHER E SOU UMA FÊNIX


Sou mulher, esposa, mãe de 3 meninas, dona de casa, empresária, estudante, estou morando fora do Brasil, tenho outras 10001 tarefas por dia e por tudo isso me considero uma Fênix.

Sabe por quê ??


A Fênix possui uma grande força, capaz de transportar pesadas cargas durante seu voo, chegando ao ponto de carregar até mesmo elefantes.


Segundo a mitologia, as lágrimas da fênix possuíam características curativas.



Não há dúvidas que ser mãe, cuidar da família, da carreira, preocupar-se consigo mesma e ainda encontrar tempo para se envolver em outras causas e saber conciliar a rotina para administrar mil e uma missões seja um desafio e tanto, mas preciso saber administrar bem o meu tempo para “dar conta de tudo”.




Meu nome é Thaise Gripp, sou cristã, jornalista, 38 anos, casada há 12 anos com Marcelo Rangel, mãe da Fernanda, Isabela e Marcela.


Sou Digital Influencer instagram @grippfamily, YouTube Gripp Family, atualmente morando em Orlando, Flórida.


Em agosto de 2017, meu marido chegou em casa do trabalho falando: Vamos morar nos EUA??


Eu logo, sem nem pensar respondi: Vamos!!!


Nas semanas seguintes fomos já amadurecendo a ideia e tomando as atitudes para que isso se tornasse real.


Eu acredito que Deus deu aos homens a responsabilidade de direcionar a família , no sentido de dar “o norte”, mostrar o caminho.


Essa verdade ficou na minha cabeça desde o momento em que, repentinamente, o Marcelo veio com essa ideia.


De fato, aquela altura, estávamos muito incomodados com a criminalidade, violência e tudo o que envolvia a falta de paz que estávamos vivenciando, morando na Barra da Tijuca, Rio de Janeiro.

Mas isso somente não foi o fator predominante para essa decisão.

Eu acho mesmo que Deus tem planos e projetos pra cada um de nós e como dizia uma certa novela… “maktub”, estava escrito.


Estava no nosso destino essa mudança radical, que envolveu muitas decisões difíceis.

Tivemos muitas perdas, mas ganhos incontestáveis também.


Fazendo uma análise racional, foi a melhor decisão das nossas vidas.


Porém , se alguém me dissesse tudo o que aconteceria de lá pra cá, eu acho que tinha “arregado”. Eu mesma desconhecia essa força que tínhamos, aos nos depararmos com tantas dificuldades.


Primeiro, ao deixar para trás família, amigos, casa, raízes, vínculos profundos etc… e depois, ao chegar aqui, encarar de frente a realidade de um imigrante não foi nada fácil.


Sem falar que , eu enterrei meu pai por FaceTime, após uma morte súbita por infarto.


Acompanhei o casamento do meu irmão por FaceTime, não vi meu sobrinho filho da minha irmã nascer, acompanhei recentemente a morte por covid19 de um tio muito próximo e por último e não menos doloroso, perceber, aos poucos, que minha avó, às vezes, não se lembra quem eu sou.


Enquanto isso, durante a nossa adaptação, meu marido sofreu um acidente de carro que quase o tirou a vida.


Foram momentos desafiadores.


Sozinha, sem família, três crianças pequenas e um marido acidentado com cirurgia de coluna marcada. Ufa!!


Posso dizer que cresci 10 anos em 3.


Hoje me sinto uma verdadeira fortaleza, quase nada mais me abala.


Saímos mais forte do que entramos, com certeza mais que absoluta.


Ao mesmo tempo, todos os imensuráveis ganhos nesses últimos três anos, compensam toda a dor deixada pra trás.


Assumi meu papel integral de mãe, de dona de casa, de esposa dedicada, estudante e jamais eu imaginei conseguir exercer tantas funções ao mesmo tempo e estar feliz assim.


Nossa família se tornou mais forte, mais unida, mais sólida.


Aqui, ninguém entra e ninguém sai.


Vivemos como uma equipe, buscando o que é o melhor pra todos.


Os primeiros dois anos e meio nós moramos em Las Vegas, Nevada.


Tive resistência no início, pois já havia ido pra Vegas a passeio e não conseguia imaginar que alguém pudesse morar naquele lugar.


Eu disse para o meu marido: não vou criar minhas filhas morando em Cassino ... hahaha.

Ignorância pura!


Existe vida e muita vida, longe dos cassinos de Las Vegas.


A vida de residente lá é super confortável, amamos ter morado naquele bairro chamado Summerlin.


Aliás, recentemente, esse foi o bairro eleito como o mais bem planejado da América.

Tudo milimetricamente decorado, organizado, limpo e lindo!


Tivemos uma rotina muito gostosa lá, foi maravilhoso para o aprendizado do inglês das crianças, afinal o número de brasileiros morando lá é bem pequeno, então ficamos mesmo numa imersão da cultura americana.

Mas, a gente não sossega ... hahaha e quando estava tudo muito bem, vida organizada, rotina estabelecida, todos felizes, nos desafiamos a irmos além.


Pensamos em abrir nosso próprio negócio e então a Flórida seria o melhor lugar para isso.

E, pra cá viemos.


Planejamos tudo até que chegou o covid19, mas já era tarde demais pra voltar atrás, viemos mesmo assim.


Nosso voo de vinda tinham pouquíssimas pessoas, aeroporto praticamente vazio, momentos de incertezas mas alguma coisa lá dentro nos dizia: Vai dar tudo certo. E esta dando !!







Estamos em Orlando há 6 meses e nosso sentimento é de que tudo o que vivemos até então foi uma fase preparatória para que pudéssemos estar aqui, agora, rompendo, realizando, empreendendo e conquistando nosso espaço.















Será sobre isso que gostaríamos de continuar contando para vocês.


Até nosso próximo encontro aqui, acompanhe a gente pelas redes sociais


Instagram :@grippfamily

Youtube: Gripp Family







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