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“Pequenas Criaturas”, de Anne Pinheiro Guimarães, protagonizado por Carolina Dieckmmann, teve sua estreia na Première Brasil,no 27º Festival do Rio


O casal Tiago Worcman e Carolina Dikmmann - foto de Cristina Granato
O casal Tiago Worcman e Carolina Dikmmann - foto de Cristina Granato

Segundo longa-metragem da diretora e roteirista Anne Pinheiro Guimarães, “Pequenas 

Criaturas” teve sua estreia na Première Brasil, principal mostra competitiva do 27º 

Festival do Rio. O filme é uma produção da Bananeira Filmes, em coprodução com a 

Globo Filmes, Telecine, Canal Brasil e RioFilme, e será distribuído pela Filmes do 

Estação.  


Inteiramente rodado em Brasília, o filme se passa nos anos 80 e aborda os temas de 

amadurecimento, o poder transformador dos vínculos humanos e a magia no cotidiano. 

O longa é protagonizado por Carolina Dieckmmann e traz Théo Medon, Lorenzo Mello, 

Letícia Sabatella, Caco Ciocler e Fernando Eiras no elenco. A previsão é que o filme 

entre em cartaz nos cinemas brasileiros em 2026. 


A diretora Anne Pinheiro Guimarães revela a natureza íntima do projeto, que parte de 

suas memórias de infância e de uma homenagem à sua mãe.“Pequenas Criaturas é 

um filme muito pessoal, inspirado na minha experiência e dedicado à minha mãe. 

Como filha de diplomata, passei a infância viajando; sempre partindo e sempre 

chegando. Nasci em Brasília, e morei lá entre os 8 e os 15 anos - as idades do Dudu e 

do André. Quem já foi, sabe que Brasília é uma cidade única, diferente de todas as 

outras, uma cidade planejada, futurista, modernista, com seus encantos e seus 

desafios, especialmente para quem chega. Não é fácil, mas tem seus momentos 

mágicos e deixa marcas profundas. Comecei a pensar nesse filme quando tive minha 

primeira filha, quando virei mãe. Comecei a pensar na minha mãe, que eu tinha perdido 

recentemente, e pensar no que foi viver um momento como aquele do ponto de vista 

dela.”, declara a diretora. 


Fotos de Cristina Granato

SINOPSE 

Brasília, 1986. Helena acaba de se mudar para Brasília com seu marido e dois filhos. 

Com os caixotes de mudança ainda lacrados, seu marido parte numa viagem de 

negócios deixando-a para trás numa cidade estranha vivendo uma vida que ela não 

escolheu. Frustrada e entediada, ela sente seu casamento ruir, conhece uma vizinha 

extrovertida porém estranha, atropela um cachorro e encontra um pouco de alegria 

com um homem que está de passagem pela capital. 

 

André, seu filho adolescente, é perseguido por uma gangue da quadra, faz amizade 

com um garoto solitário e excêntrico, se apaixona por uma menina, acha uma arma e 

sonha comprar uma mobilete, ao mesmo tempo que começa a perceber que algo não 

vai bem entre os pais. 


Já Dudu, 7 anos, não poderia estar mais feliz: ele coleciona tampinha de refrigerante, 

acha um palito de picolé premiado, faz amizade com um garoto míope que lhe faz 

companhia, e atrai o interesse de um vizinho velho e esquisito que o convida para seu 

apartamento com a promessa de tampinhas de refrigerante.  


Helena e seus dois filhos vivem experiências paralelas até que, juntos, se descobrem   

um pouco mais felizes num momento que se revela uma experiência insólita. 

Anne Pinheiro Guimarães | roteirista e diretora 

Anne iniciou sua carreira no cinema há mais de vinte anos, trabalhando como 

assistente de direção de diretores como Cacá Diegues, Karim Aïnouz e Bruno Barreto, 

entre outros. Seu primeiro curta-metragem, Desejo, com Wagner Moura e Lázaro 

Ramos, passou por dezenas de festivais como o Festival do Rio, Mostra de São Paulo, 

Festival Internacional de São Francisco, Palm Springs e o Festival de Sundance.   

Dirigiu episódios da série Canalhas (2015, GNT), criou, escreveu e dirigiu a série 

Desnude (2018, GNT) e foi diretora geral das séries Desjuntados (2021, Amazon 

Prime) e Nós (2020, Canal Brasil). Em 2022, junto com Carolina Jabor, escreveu e 

dirigiu o longa metragem Transe (2022) com Luisa Arraes, Johnny Massaro, Ravel 

Andrade e Matheus Macena. 


Hoje, Anne é membro da WGA, sindicato dos roteiristas americanos, reside em Los 

Angeles e se dedica a projetos nos dois países. 

Bananeira Filmes | Produtora 

A Bananeira Filmes, produtora brasileira fundada em 2000 por Vania Catani, membro 

da Academia de Artes e Ciências Cinematográficas de Hollywood (AMPAS) desde 

2018, consolidou-se como uma das mais relevantes empresas do Cinema Brasileiro e 

internacional. Com mais de 34 longas-metragens produzidos e coproduzidos em 25 

anos, seus projetos acumulam mais de 300 prêmios e participações em mais de 500 

festivais prestigiosos como Cannes, Veneza, Rotterdam e Berlinale. Entre suas 

principais produções nacionais destacam-se "Narradores de Javé" (2003), "A Festa da 

Menina Morta" (2008), "Feliz Natal" (2008), "O Palhaço" (2011), "O Filme da Minha 

Vida" (2017) e "Mate-me Por Favor" (2015). No campo das coproduções internacionais, 

brilham "Zama" (2017) – dirigido por Lucrécia Martel e considerado o 9º melhor filme do 

século pelo The Guardian, "La Playa" (Colômbia), "El Ardor" (Argentina) e "Jauja" 

(Argentina). 


Em 2021, a produtora levou "Medusa" para o Festival de Cannes e foi vencedor do 

Melhor Filme no Festival do Rio. Em 2022, lançou quatro projetos: o longa "Fogaréu" 

na Berlinale; a série "Adriano Imperador" (Paramount +), o longa "Serial Kelly", dirigido 

por René Guerra e protagonizado por Gaby Amarantos, e "O Baile dos 41", dirigido por 

David Pablos em coprodução com México e França. Em 2023, lançou "Lô Borges - 

Toda Essa Água" na Mostra de Ouro Preto e, em 2024, "Incondicional – O Mito da 

Maternidade" no Festival do Rio.  


Atualmente desenvolve "A Primavera do Dragão", ficção sobre a juventude de Glauber 

Rocha com direção de Rodrigo de Oliveira, e "Casa Assassinada", com roteiro de 

George Moura e direção de José Luiz Villamarim. Estreia na 27ª edição do Festival do 

Rio, “Pequenas Criaturas”, de Anne Pinheiro Guimarães, longa metragem com previsão 

de lançamento para 2026. 

 Globo Filmes | Coprodutor  

Construir parcerias que viabilizam e impulsionam o audiovisual nacional para entreter, 

encantar e inspirar com grandes histórias brasileiras. É assim que a Globo Filmes atua 

desde 1998 como a maior coprodutora e uma das maiores investidoras do cinema 

brasileiro. Em 2023, completou 25 anos e chegou à marca de mais de 500 filmes no 

portfólio e mais de 260 milhões de público acumulado. 


Como produtora e coprodutora, 

seu foco é na qualidade artística e na diversidade de conteúdo, levando ao público o 

que há de melhor no cinema brasileiro: comédias, romances, infantojuvenis, dramas, 

aventuras e documentários. A filmografia vai de recordistas de público, como 'Minha 

Irmã e Eu' e ‘Os Farofeiros 2’, duas das maiores bilheterias nacionais pós-pandemia, 

‘Tropa de Elite 2’ e ‘Minha Mãe é uma Peça 3’ – ambos com mais de 11 milhões de 

espectadores – a sucessos de crítica e público como ‘2 Filhos de Francisco’, 

‘Marighella’, ‘Que Horas Ela Volta?’, ‘Pedágio’ e ‘Carandiru’, passando por longas 

premiados no Brasil e no exterior, como ‘Cidade de Deus’ – com quatro indicações ao 

Oscar – e 'Bacurau', que recebeu o prêmio do Júri no Festival de Cannes. 

Canal Brasil | Coprodutor 

O Canal Brasil é o canal que mais coproduz cinema no país, com mais de 400 longas-metragens coproduzidos. No ar há 27 anos, reúne uma programação diversa com programas, séries, ficções, documentários e shows que apresentam retratos da cultura brasileira. O acervo do canal conta com obras dos mais importantes cineastas brasileiros e de várias fases do nosso cinema, com uma grade que conta a história da sétima arte do país. O que pauta o canal é a diversidade, com uma programação plural, composta por muitos discursos e sotaques. A palavra de ordem é liberdade – desde as chamadas e vinhetas até cada atração que vai ao ar. 

Telecine | Coprodutor 

O Telecine oferece um serviço 100% filmes, construído a partir de uma curadoria feita por 

pessoas que amam cinema e entendem o gosto do brasileiro. Disponível em streaming e nos 

canais de TV por assinatura, o catálogo do Telecine está recheado de preciosidades, que vão 

desde lançamentos a filmes amados que marcaram época. A marca aposta na capilaridade de 

distribuição e em parcerias, permitindo ao assinante acessar o acervo completo de filmes em 

diferentes telas, seja através de apps já conhecidos pelo público, como Globoplay e Prime 

Video, ou nas plataformas das operadoras de TV paga (Claro, Oi, SKY e Vivo). 

Filmes do Estação | Distribuidora 

Filmes do Estação, a distribuidora do Grupo Estação, fundada em 1990,  é responsável 

por inúmeros lançamentos de filmes independentes, brasileiros e internacionais, de 

sucesso de público e crítica. Neste período lançou mais de 300 títulos e relançou 

diversas coleções de clássicos. 


Em 2024, três dos seus lançamentos fizeram parte das listas de melhores do ano: o 

documentário francês “Orlando, Minha Biografia Política”, de Paul B. Preciado, “O 

Diabo na Rua no Meio do Redemunho”, de Bia Lessa e “Malu”, de Pedro Freire - 

praticamente unanimidade entre o público e a crítica, Melhor Filme, Melhor Roteiro 

Original, Melhor Atriz, Melhor Atriz Coadjuvante (Carol Duarte e Juliana Carneiro da 

Cunha) no Festival do Rio e conquistou três prêmios no Grande Otelo 2025, oferecido 

pela Academia Brasileira de Cinema:  Melhor Primeira Direção, Melhor Roteiro Original 

e Melhor Atriz Coadjuvante para Juliana Carneiro da Cunha. 


No primeiro semestre de 2025, lançou quinze filmes internacionais, com destaque para 

o indiano “Sempre Garotas”, da diretora Suchi Talati, vencedor do Prêmio do Público de 

Melhor Filme e do Prêmio Especial do Júri de Melhor Atriz no Festival Sundance de 

2024, e para o mais recente filme do renomado diretor Costa-Gavras, “Uma Bela Vida”, 

- uma delicada e iluminadora reflexão sobre o fim da  vida,  que já ultrapassou 35.000 

espectadores. Entre os clássicos,  começou com "Em Busca do Ouro", de Charlie 

Chaplin, e agora retoma seu projeto de coleções com a recém-lançada mostra Truffaut 

Por Completo, e o lançamento da coleção Agnès Varda ainda em 2025. 


Para 2026, a Filmes do Estação prepara o lançamento de grandes títulos, como o “As 

Vitrines”, novo longa da diretora e roteirista Flavia Castro, “A Cronologia da Água”, 

primeira direção de Kristen Stewart, que estreou na Mostra Un Certain Regard do 

Festival de Cannes e o longa documental Palestino "Put Your Soul in Your Hand and 

Walk”, que estreou na Mostra ACID Cannes. A distribuidora possui diversas parcerias 

com projetos ainda em fase de desenvolvimento, de forma a pensar estratégias de 

lançamento dos filmes desde o seu início. 

FICHA TÉCNICA: 

 Gênero: drama 

Duração: 110min. 

Argumento, roteiro e direção: Anne Pinheiro Guimarães 

Produzido por: Vania Catani 

Produtora associada: Carolina Dieckmmann 

Produção executiva: Renato Pimentel 

Fotografia: Pablo Baião 

Montagem:  Marília Moraes, edt. 

Direção de arte e cenografia: Claudia Andrade 

Figurino: Cristina Kangussu 

Caracterização: Maria Inez Moura 

Som direto: Marcos Manna 

Música Original: Gabriel Amorim 

Edição de Som e Mixagem: Bernardo Uzeda 

Colorista: Pedro Saboya

Produtora de Finalização: Elaine Azevedo e Silva 

Empresa produtora: Bananeira Filmes 

Empresas coprodutoras: Telecine, Canal Brasil, Globo Filmes, Riofilme 

Distribuidora brasileira: Filmes do Estação 


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