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O Rio de Janeiro cultural perde Ricardina Yone


A comunidade literária do Rio de Janeiro ficou desolada com a notícia do falecimento da escritora, conferencista e declamadora Ricardina Yone, ocorrido na tarde do dia 23/11/22 (Quarta-feira.), aos 97 anos.


Ricardina Yone era o nome literário de Dra. Ricardina Marques da Silva, natural de Recife, Pernambuco, que começou sua escalada cultural ainda na pré-adolescência, quando ingressou na tradicional Sociedade Brasileira de Filosofia (fundada em 1927), que viria a presidir muitas décadas depois, sendo a primeira mulher a ocupar o cargo.


A década de 1960 foi de intensa atividade literária e marca o início da sua consagração na carreira. Foi professora universitária em Economia Política, formada em Direito, com especialização em Direitos Políticos e Civis da Mulher Brasileira.


Autora de mais de oito livros consagrados pelos críticos literários do estado do Rio de Janeiro, com obras traduzidas para o francês, era presidente da Academia Brasileira de Literatura (ABDL), presidente honorária e membro vitalício da Federação das Academias de Letras do Brasil (FALB), além de Decana e Membro Honorário da Academia Guanabarina de Letras e do Cenáculo Brasileiro de Letras e Artes. Amiga de personalidades como o Marechal Rondon pertenceu à Sociedade de Homens de Letras do Brasil e recebeu muitas homenagens por sua atuação cultural, entre elas, o Título de “Cidadã Honorária do Município do Rio de Janeiro”.


Na foto a Dra. Ricardina Yone entre a CEO do Jornal DR1 Ana Cristina Campelo e o conde Thiago de Menezes, respectivos vice-presidente e presidente da FALB em solenidade da ANCEC no último dia 07 de novembro.


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