Juliana Frank uma jovem escritora premiada com mente criativa
- Absolute Rio

- 21 de mar. de 2025
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Juliana Frank nasceu em São Paulo, em 1985. Escreveu os livros "Quenga de plástico" (2011) e "Cabeça de pimpinela" (2013), ambos pela editora 7 Letras. Seu romance "Meu coração de pedra pomes" foi lançado em agosto de 2013, pela Companhia das Letras. Seus textos também foram publicados no caderno Ilustríssima, da Folha de São Paulo, revista Cult e Lado 7.
Assina o roteiro do longa-metragem "Pornopopéia", adaptação da obra de Reinaldo Moraes. Trabalhou como roteirista das emissoras GNT, MTV, TV Cultura, Telecine e Globoplay. Seu texto foi adaptado pelo diretor Felipe Hirsh e apresentado no Sesc São Paulo e na feira literária de Frankfurt em 2015.
Vencedora do núcleo de desenvolvimento de roteiro (Fundo Setorial) de 2015 com o roteiro da animação de sua autoria: "Pátio de hospício". Sua primeira peça autoral "Por isso fui embora", foi encenada no Rio de Janeiro e em São Paulo, com produção de Marcelo Faria e direção de Regis Faria, em 2016.
Neste ano, foi colunista da nova revista Playboy. Seu romance, "Uísque e Vergonha", foi lançado na FLIP 2016 pela Editora Oito e Meio e foi adaptado para o teatro em 2019, com sucesso de público, Alessandra Negrini no elenco e direção de Nelson Barskerville.
Em 2021, foi vencedora do prêmio Aldir Blanc com seu novo romance: ‘Ilha das Barbies”. Durante a pandemia, roteirizou a premiada série "Fake live", com Fernanda Paes Leme.
A série, de sua autoria, "Dates, Likes e ladrilhos", está disponível no Globoplay. Produz conteúdo para Maracanã mídia (Barcelona). Tem uma produtora de vídeos, Kiwi filmes, e realiza diversos roteiros audiovisuais.
Atualmente escreve a peça “Amoricídio” para Cia mundana, direção: Mariano Matos.









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