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Turmalina Paraíba, Uma pedra de luz própria


Turmalina Paraíba é uma gema descoberta no distrito de São José da Batalha, nos domínios territoriais do município de Salgadinho, na Região Metropolitana de Patos, estado da Paraíba. Em 1980, sob a supervisão de Heitor Barbosa, com o primeiro achado, oito anos após o início da atividade.


“Uma pedra de luz própria”. Essa é a melhor definição para esta gema tão rara e valiosa. Encontrada em pouquíssimos lugares do mundo, a Turmalina Paraíba possui um brilho neon que exerce fascínio em todo o mundo, sendo utilizada pelos amantes da alta joalheria. É a única gema transparente que possui cobre em sua composição, o que confere a cor vibrante, iluminada e elétrica e a impressão de estar “acesa” no escuro.


Seu nome Turmalina, provém da palavra singalês “tura mali” que significa “pedra que puxa as cinzas”, por suas propriedades de se carregar de eletricidade sob a pressão ou calor. Seu complemento, Paraíba, deve-se a descoberta que aconteceu na década de 1980, na cidade de São José da Batalha no estado da Paraíba. A autêntica Turmalina Paraíba possui traços de cobre, manganês e ouro em percentuais únicos. Além da Paraíba, mais três lugares do mundo produzem esse tipo de turmalina: no Brasil, no Rio Grande do Norte; e na África, na Nigéria e em Moçambique. As mais bonitas e notáveis, porém, seguem sendo encontradas somente na cidade de sua descoberta, nenhuma outra jazida se aproxima em qualidade das de São José da Batalha.


Turmalinas são pedras preciosas com incomparáveis variedade de cores. O motivo, de acordo com uma velha lenda egípcia, é que a turmalina, em sua longa viagem para cima a partir do centro da Terra, passou mais de um arco-íris e, ao fazê-lo, assumiu todas suas cores. Por isso, é ainda hoje referida como a “pedra preciosa do arco-íris”.


A variação Paraíba da Turmalina foi descoberta em 1982 no Brasil pelo mineiro Heitor Dimas Barbosa e tem destaque no mundo pela sua intensa beleza e raridade. Pouco tempo após a descoberta, houve quem chegasse a pensar que se tratava de uma falsificação. Para sanar a dúvida, a gema foi enviada para o maior laboratório de pedras do mundo, o Instituto de Gemologia da América, nos Estados Unidos. A resposta foi mais do que surpreendente: o laboratório constatou que era uma pedra raríssima, nunca vista antes.



Grupo: Silicatos


Dureza: Nível 7 – 7,5 na escala Mohs


Composição Química: Os minerais do grupo da turmalina constituem um dos mais complexos grupos de silicato quanto à sua composição química, sendo todos eles ciclossilicatos: Na(Mg,Fe,Li,Mn,Al)3Al6(BO3)3Si6.O18(OH,F)4


Fluorescência: Variável


Coloração: Azul claro, azul turquesa, azul neon, azul esverdeado, azul safira, azul violáceo, verde azulado e verde esmeralda. A rara e variável cor assemelha-se às vistas apenas em asas de algumas borboletas, conchas marinhas, penas de pavão. Pode ser encontrada também em cores púrpuras e vermelhas, além de azul e verde profundos.


Sistema Cristalino: Trigonal, geralmente sob a forma de cristais de longos e delgados a prismáticos e colunares grossos. As terminações dos cristais são assimétricas (hemimorfismo).


No Brasil o gemologo Víctor Himmelhochs, foi um dos que se destacou no mercado de turmalinas paraíbas. Estudando e compreendendo as características e diferentes aspectos desta tão bela gema, hoje, Víctor é um dos maiores fornecedores desta raridade para clientes exigentes de bom gosto e joalherias do Sudeste brasileiro. Além disso, está criando sua própria coleção de joias exclusivas, assinadas por ele: V.Himmelhochs, que em pouco tempo já tem conquistado espaço nos dedos e pescoços de grandes personalidades, artistas, políticos e pessoas da mais alta sociedade.


E você, já pensou em ostentar um anel, pingente ou até mesmo um lindo conjunto de turmalinas paraíbas? Você pode!


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