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Pré e pós-fixado: entenda as diferenças e como investir em renda fixa

CEO da BPO Innova | LinkedIn Creator | Palestrante | Desenvolvimento de liderança | Social-Selling | Mentoria para Startups

Os fundos de investimento são divididos em dois grandes grupos: os fundos pré e pós-fixados. Cada um deles tem suas particularidades e, por isso, é importante que o investidor entenda as diferenças para escolher aquele que mais se adequa às suas necessidades.


Neste artigo, vou abordar as principais características dos fundos pré e pós-fixados, além de apresentar as vantagens e desvantagens de cada um.

O que é renda fixa?

Renda fixa é um tipo de investimento que tem como principal característica a previsibilidade dos rendimentos. Isso significa que, diferentemente da renda variável – onde os lucros ou prejuízos dependem do desempenho do mercado – a rentabilidade da renda fixa é calculada quando o investimento é realizado e mantida constante até o vencimento.


Os títulos de renda fixa são emitidos por empresas e pelo Governo Federal e, por isso, são considerados investimentos de menor risco. A principal vantagem da renda fixa é a estabilidade dos ganhos, já que os juros são pré-determinados. Outra vantagem é a facilidade de encontrar títulos com prazos diferentes, o que permite escolher um investimento de acordo com o seu objetivo financeiro a curto, médio ou longo prazo.


A rentabilidade da renda fixa costuma ser inferior à da renda variável, mas isso não significa que ela seja uma opção menos interessante para quem quer investir. Ao contrário: a estabilidade dos ganhos pode ser uma grande vantagem para quem busca uma forma segura e consistente de obter rendimentos extras.

Pré e pós-fixado: entenda as diferenças

Quando o assunto é investimento em renda fixa, é importante que o investidor esteja atento às diferenças entre os produtos pré e pós-fixados. A principal diferença entre eles está na forma como a rentabilidade é calculada.


No caso dos produtos pré-fixados, a rentabilidade é definida no momento da aplicação e não sofre alterações durante todo o período do investimento. Já os produtos pós-fixados, a rentabilidade é atrelada à variação de um índice, como o IPCA (Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo), por exemplo.


Outra diferença importante entre os dois tipos de produtos é que, enquanto os pré-fixados são isentos de imposto de renda, os pós-fixados têm alíquota variável, conforme o tempo de aplicação. No caso de aplicações em poupança, por exemplo, a alíquota para resgates antes do vencimento do certificado é de 15%. Já para resgates após o vencimento, não há incidência de imposto.


Para escolher o tipo de investimento mais adequado às suas necessidades, é importante analisar qual será seu objetivo com o investimento e qual será seu horizonte temporal. Também é preciso avaliar se você está disposto a correr alguns riscos para obter uma rentabilidade maior.

Quais são os principais tipos de títulos de renda fixa?

Os principais tipos de títulos de renda fixa são:


  • Títulos do Governo Federal: São emitidos pelo Tesouro Nacional e oferecem a menor taxa de juros do mercado, pois são considerados títulos de maior risco. São divididos em dois tipos: Pré e Pós-fixados.

  • Títulos do Governo Estadual ou Municipal: São emitidos pelo Governo Estadual ou Municipal e oferecem taxas de juros mais altas que os títulos do Governo Federal, pois são considerados menos arriscados. Também são divididos em dois tipos: Pré e Pós-fixados.

  • Letras de Crédito Imobiliário (LCI) e Letras de Crédito do Agronegócio (LCA): São títulos emitidos por bancos com o objetivo de financiar projetos imobiliários ou agrícolas, respectivamente. As taxas de juros desses títulos costumam ser mais baixas que as dos títulos públicos, pois são considerados menos arriscados.

  • Cotas de Fundo de Investimento em Direitos Creditórios (FIDC): São fundos que investem em crédito, como notas promissórias, cheques, duplicatas e contratos. Os rendimentos desses fundos podem variar bastante, pois dependem da performance dos créditos investidos.

Como funciona a rentabilidade da renda fixa?

Renda fixa é um tipo de investimento que proporciona um retorno financeiro previsível ao longo do tempo. Geralmente, os investimentos em renda fixa são isentos de risco e podem ser acessíveis a qualquer pessoa, desde que cumpram certos critérios.


A rentabilidade da renda fixa é calculada pelo valor dos juros que o título ou o fundo rende ao ano. Esses juros são determinados pelas taxas de juros vigentes no momento da compra do título ou do fundo e permanecem constantes até o vencimento do investimento.


Com relação à rentabilidade, os investimentos em renda fixa podem ser classificados em dois tipos: pré-fixado e pós-fixado. Nos investimentos pré-fixados, a rentabilidade é definida no momento da compra e permanece constante até o vencimento do título. Já nos pós-fixados, a rentabilidade é atrelada à taxa de juros definida pelo mercado e varia conforme as flutuações dessa taxa.


Independentemente da forma com que seja calculada, a rentabilidade da renda fixa costuma ser superior à dos investimentos em ações, também conhecidos como papéis de renda variável. Além disso, os investimentos em renda fixa são mais seguros, pois não estão sujeitos às oscilações dos mercados financeiros.

Quando vale a pena investir em renda fixa?

Renda fixa é um termo usado para investimentos que têm seus rendimentos atrelados à taxas de juros pré ou pós-fixadas. Ou seja, o investidor sabe exatamente quanto irá receber quando aplica seu dinheiro.


A rentabilidade da renda fixa costuma ser bem menor do que a dos investimentos em ações, mas ela é mais previsível e, por isso, costuma ser mais adequada para quem quer preservar o capital e não tem tolerância a riscos.


Existem diversas modalidades de investimentos em renda fixa, como títulos do Tesouro Direto, CDBs, LCIs, LCAs e fundos de renda fixa. Cada um desses investimentos tem suas particularidades e é importante entender as diferenças antes de escolher onde investir.


Geralmente, vale a pena investir em renda fixa quando o objetivo é preservar o capital e garantir uma rentabilidade pré-determinada. No entanto, é importante considerar os riscos envolvidos na hora de escolher onde investir.

Riscos de investir em renda fixa

Investir em renda fixa traz consigo alguns riscos, principalmente se o investidor não estiver atento às taxas de juros e às condições do mercado. Além disso, é importante lembrar que os títulos públicos são isentos de imposto de renda, mas os títulos privados não.

Conclusão

Agora que você já sabe as principais diferenças entre os fundos pré e pós-fixados, é hora de investir! A Newsletter é um canal que traz quinzenalmente informações úteis para investidores e empreendedores. Assine agora mesmo a meu newsletter e fique por dentro de tudo!



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